Psicólogo esteta e visagista, profissional acompanha avanço da técnica no Brasil e destaca a importância do planejamento para resultados naturais.
Mais do que uma alternativa estética, a micropigmentação capilar tem reposicionado a forma como homens lidam com a queda de cabelo. O procedimento, que antes gerava resistência por receio de resultados artificiais, passa a ser considerado por um público que busca discrição, previsibilidade e alinhamento com a própria identidade.
Esse movimento acompanha a evolução da técnica e o acesso à informação. A mudança de percepção não está apenas no procedimento em si, mas na forma como ele é conduzido.
Em Pereira Barreto (SP), o psicólogo esteta, visagista e barbeiro tradicional Fernando Flauzino atua diretamente nesse cenário. Com mais de 10 anos voltados à imagem masculina, ele desenvolveu uma prática que integra estética e comportamento humano, partindo da compreensão de que a decisão pelo procedimento envolve fatores que vão além da aparência.
“A maior barreira não é estética, é emocional. A maioria chega com medo de ficar artificial, de se arrepender ou de não se reconhecer no espelho”, afirma Fernando Flauzino.
A micropigmentação capilar consiste na aplicação de pigmentos no couro cabeludo para simular fios de cabelo, criando um efeito visual compatível com o padrão natural. Quando executada com critério, não apresenta marcas evidentes nem desenho padronizado, sendo adaptada às características individuais.

“Existe um imaginário de que a micropigmentação fica marcada. Isso acontece quando não há planejamento. Quando o procedimento é bem conduzido, o resultado é discreto e integrado à imagem do cliente”, explica.
Segundo o profissional, um dos principais erros está na tentativa de reproduzir formatos prontos, sem considerar proporções faciais, densidade capilar e identidade visual. É nesse ponto que o visagismo orienta o desenho.
“Não existe um modelo pronto. Cada pessoa tem uma estrutura e uma forma de se apresentar. Quando isso não é respeitado, o resultado perde coerência.”
Além da parte técnica, Fernando destaca que o atendimento começa antes da aplicação, com foco na escuta e no alinhamento de expectativas. Esse processo reduz inseguranças e permite decisões mais conscientes.
“Meu trabalho começa antes da técnica: começa no entendimento emocional do cliente.”
A procura crescente pela micropigmentação também reflete uma mudança no comportamento masculino. Procedimentos estéticos, antes evitados, passam a ser considerados quando não alteram de forma evidente a aparência.

“O homem não quer algo que chame atenção. Ele quer resolver um incômodo sem que isso vire um destaque.”
De acordo com Fernando Flauzino, a naturalidade é o principal critério para um resultado consistente. A técnica deve acompanhar a identidade do cliente, sem criar contrastes artificiais.
“Naturalidade não é detalhe, é prioridade. Quando isso não é respeitado, o resultado deixa de fazer sentido.”
Atendendo no interior de São Paulo e recebendo clientes de diferentes regiões do país, o profissional observa que o acesso à informação tem contribuído para uma escolha mais segura. Para ele, a avaliação inicial é determinante.
“Quando o cliente entende como o procedimento funciona, ele ganha clareza. E clareza reduz insegurança”, afirma.
Nesse contexto, a micropigmentação capilar deixa de ser vista apenas como um recurso estético e passa a ser considerada uma solução que exige análise, técnica e condução adequada.
“O resultado precisa acompanhar quem a pessoa já é. Quando isso acontece, o procedimento deixa de ser percebido como intervenção e passa a fazer parte da própria imagem”, conclui Fernando Flauzino.

Nome: Fernando Flauzino
Profissão: Psicólogo Esteta, Visagista e Especialista em Micropigmentação Capilar
Cidade/Estado: Pereira Barreto – SP
Empresa: Studio 7 Micropigmentação Capilar | Barba
Contatos
Instagram: @fernandoflauzinocapilar
Site: www.fernandoflauzino.com.br
Telefone: (18) 99125-7214