Observar a própria pele pode ajudar na identificação de alterações que precisam de avaliação médica. Mudanças em pintas, manchas que evoluem ou feridas que não cicatrizam merecem atenção, principalmente quando apresentam alterações de formato, cor ou tamanho.
O Ministério da Saúde destaca a chamada regra ABCDE como uma ferramenta educativa para observar sinais que podem ser suspeitos de melanoma: assimetria, bordas irregulares, variação de cor, diâmetro e evolução. A própria pasta, porém, ressalta que a avaliação médica continua sendo fundamental, já que nem todas as lesões apresentam essas características de maneira evidente. (Serviços e Informações do Brasil)
O dermatologista David Azulay é um dos nomes reconhecidos da dermatologia brasileira e atua na formação e discussão científica da especialidade. Ele também participou de conteúdos técnicos relacionados à fotoproteção e câncer de pele em materiais do Instituto Nacional de Câncer. (BVSMS)
Além das pintas, sinais como manchas que coçam, descamam ou sangram e feridas que permanecem sem cicatrização também devem ser investigados. Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico do câncer de pele pode envolver exame clínico, dermatoscopia e, quando necessário, biópsia. (Serviços e Informações do Brasil)
Isso não significa que toda alteração seja câncer. Muitas lesões são benignas. A questão está justamente em não tentar fazer o diagnóstico em casa.
Conhecer a própria pele é uma forma de autocuidado. Ao perceber uma mudança persistente ou diferente do padrão habitual, procurar um dermatologista é o caminho mais seguro.