A vacinação contra o papilomavírus humano, conhecido como HPV, ocupa um papel importante na prevenção de diferentes tipos de câncer. O vírus está associado a tumores do colo do útero, ânus, pênis, vulva, vagina e algumas regiões da cabeça e pescoço.
Segundo o Ministério da Saúde, o HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo e, na maioria dos casos, não provoca sintomas. A vacinação é considerada uma das principais estratégias para prevenir infecções pelos tipos de HPV contemplados pelo imunizante. (Serviços e Informações do Brasil)
Em 2026, o tema ganhou ainda mais atenção após a Anvisa aprovar uma nova indicação para a vacina Gardasil 9 relacionada à prevenção de cânceres de orofaringe e outros cânceres de cabeça e pescoço associados a determinados tipos de HPV. (Serviços e Informações do Brasil)
No calendário nacional de vacinação de 2026, a vacina HPV4 é indicada rotineiramente para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de grupos prioritários que possuem recomendações específicas. (Serviços e Informações do Brasil)
A prevenção, porém, não termina na vacinação. O Ministério da Saúde destaca a importância do rastreamento do câncer do colo do útero. Em 2026, o SUS avança na implementação do teste molecular DNA-HPV como método primário de rastreamento, com indicação para mulheres de 25 a 64 anos conforme as diretrizes nacionais. (Serviços e Informações do Brasil)
A combinação entre vacinação, rastreamento e acompanhamento médico representa uma das principais estratégias para reduzir a ocorrência e as consequências das doenças associadas ao HPV.