Editoria: Priscilla Ávila
Há cinco anos, um convite inesperado colocou Amanda Oliveira diante de um mercado que ela ainda não conhecia. O que parecia um desvio de rota tornou-se vocação. Hoje, corretora consolidada em Goiânia, ela se prepara para escrever um novo capítulo da carreira ao expandir sua atuação para São Paulo, onde inicia uma parceria com a Cyrela, uma das marcas mais representativas do mercado imobiliário brasileiro.
A mudança, porém, não representa uma despedida. Amanda faz questão de reforçar que segue atuando em Goiás, agora conectando dois mercados que considera igualmente ricos em oportunidades. Entre uma capital e outra, ela carrega uma assinatura própria, construída sobre relacionamento, confiança e uma preocupação constante com a imagem e a elegância, elementos que, para ela, também comunicam profissionalismo.
Nesta entrevista ao Pulsar Brasil, Amanda Oliveira fala sobre o início da trajetória, o que entende como seu diferencial, a relação entre moda e corretagem e as expectativas para essa nova fase entre Goiânia e São Paulo.

Amanda, você construiu sua trajetória no mercado imobiliário de Goiânia. Como começou essa história e o que fez você enxergar na corretagem o caminho profissional que seguiria?
Minha história no mercado imobiliário começou há cinco anos, de uma forma que eu não planejava. Eu trabalhava em outra área quando recebi um convite para fazer parte de uma empresa do mercado imobiliário em Goiânia. Entrei sem grandes expectativas e sem imaginar a proporção que aquilo tomaria na minha vida. Foi onde tudo começou. Aos poucos, fui conhecendo o mercado, vivendo as primeiras negociações e entendendo que a corretagem ia muito além de vender imóveis. Existe estratégia, relacionamento, conhecimento de mercado e, principalmente, a responsabilidade de participar de decisões muito importantes na vida das pessoas. E eu me apaixonei por tudo isso. Quanto mais eu vivia o mercado, mais percebia que tinha encontrado algo que combinava comigo e com a minha personalidade. Hoje, depois de cinco anos, vejo a corretagem como algo que realmente tem a minha identidade. Gosto de negociar, de me relacionar com as pessoas, de entender o perfil de cada cliente e de encontrar aquilo que realmente faz sentido para ele, seja para morar ou investir. Começou sem nenhuma expectativa de que daria tão certo e acabou se tornando a carreira que escolhi construir.
Ao longo desses anos, o que você entende como o seu diferencial? Existe uma forma própria de conduzir uma negociação e de se relacionar com o cliente que define o seu trabalho?
Acredito que um dos meus principais diferenciais seja a forma como construo a relação com os meus clientes. Eu gosto de criar conexão e, principalmente, de fidelizar. Para mim, uma boa negociação não termina quando o contrato é assinado. Gosto de acompanhar, manter contato e fazer com que aquele cliente saiba que pode continuar contando comigo para as próximas decisões imobiliárias. Muitos relacionamentos profissionais acabam se tornando relações de confiança construídas ao longo dos anos, e isso é algo que valorizo muito. Para mim, uma relação de longo prazo vale muito mais do que uma venda pontual. Acho que minha forma de trabalhar se resume muito nisso: conexão, confiança, transparência e relacionamento.

Moda e corretagem parecem universos distantes, mas se encontram na maneira como você se apresenta. De que forma o seu estilo e a sua imagem pessoal influenciam a relação de confiança que você constrói com quem compra ou vende um imóvel?
Eu sempre gostei muito de moda e acredito que a forma como nos apresentamos também comunica quem somos. No meu trabalho, especialmente atuando com imóveis de médio e alto padrão, imagem, postura e comportamento fazem parte da experiência que entregamos ao cliente. Mas, para mim, não se trata simplesmente de estar bem vestida. É sobre coerência. Minha imagem precisa transmitir o mesmo cuidado, profissionalismo e atenção aos detalhes que eu tenho no meu trabalho. A moda acabou se tornando também uma extensão da minha personalidade e da minha marca pessoal. Eu gosto de elegância, de uma estética mais atemporal e acredito que isso naturalmente passou a fazer parte da maneira como as pessoas me enxergam profissionalmente.
Você está prestes a anunciar uma novidade importante: a chegada ao mercado imobiliário de São Paulo. O que motivou essa decisão e como tem sido dar esse passo?
São Paulo já estava nos meus planos há algum tempo. Eu sempre enxerguei a cidade como um mercado extremamente importante e tinha vontade de expandir minha atuação profissional para cá, mas também sabia que precisava acontecer no momento e da maneira certa. E acredito muito nisso: algumas oportunidades chegam quando estamos preparados para elas. Surgiu a possibilidade de iniciar essa nova fase junto à Cyrela, uma empresa que tem uma representatividade enorme no mercado imobiliário, e eu entendi que fazia sentido dar esse passo. É uma decisão que envolve sair da zona de conforto, aprender um novo mercado e me desafiar profissionalmente. Estou muito feliz e, ao mesmo tempo, consciente de que é o começo de uma nova construção.

São Paulo tem uma dinâmica própria, um ritmo intenso e um perfil de cliente bastante particular. Quais diferenças você já percebe entre atuar na capital paulista e no mercado de Goiânia?
Ainda estou vivendo esse início e conhecendo mais profundamente o mercado de São Paulo, então acredito que muitas percepções ainda vão surgir. Mas já consigo perceber um ritmo muito intenso, um mercado extremamente dinâmico e uma diversidade enorme de perfis de clientes e produtos. Goiânia também cresceu muito e hoje possui um mercado imobiliário muito forte, especialmente no segmento de alto padrão, mas mantém características próprias na forma de se relacionar e negociar. Para mim, o mais interessante será justamente aprender a linguagem de cada mercado sem perder a minha própria forma de trabalhar. Não quero simplesmente reproduzir em São Paulo o que faço em Goiânia, quero entender São Paulo e me adaptar ao que esse mercado exige.
Mesmo com a expansão, você faz questão de reforçar que segue atuando em Goiânia. O que essa continuidade representa para você e para as pessoas que confiaram no seu trabalho desde o início?
Porque Goiânia faz parte da minha história e continua fazendo parte do meu presente. Foi onde construí minha carreira, conquistei meus primeiros clientes, amadureci profissionalmente e construí relações pelas quais tenho muito carinho e gratidão. Estar em São Paulo não significa deixar Goiânia. Significa expandir. Quero continuar atendendo meus clientes em Goiás e, ao mesmo tempo, abrir uma nova frente de atuação em São Paulo. Inclusive, vejo isso como algo muito positivo para quem já confia no meu trabalho, porque passo a conseguir conectar oportunidades de dois mercados extremamente interessantes.

Como você organiza a rotina e a estratégia para atender bem dois mercados tão distintos ao mesmo tempo, sem perder a proximidade que é a marca da sua atuação?
Organização sempre fez parte da minha rotina e agora ela será ainda mais importante. Pretendo dividir minha agenda de forma estratégica entre Goiânia e São Paulo, além de utilizar muito a tecnologia para continuar próxima dos meus clientes independentemente de onde eu esteja. Mas existe uma coisa da qual não quero abrir mão: o atendimento próximo. Eu não quero que o crescimento faça meu cliente sentir que passou a ser apenas mais um contato. Meu objetivo é justamente crescer mantendo aquilo que me trouxe até aqui: disponibilidade, relacionamento e atenção individual. A estrutura pode aumentar, os mercados podem mudar, mas essa essência eu quero preservar.
Olhando adiante, o que você deseja construir a partir dessa nova fase entre Goiânia e São Paulo? Qual é a imagem que a Amanda Oliveira quer deixar registrada neste momento da carreira?
Quero olhar para esse momento no futuro e enxergá-lo como o início de um novo capítulo da minha carreira. Tenho muita ambição profissional e ainda existem muitas coisas que quero construir, mas também aprendi que uma carreira sólida é construída etapa por etapa. Quero me consolidar cada vez mais no mercado imobiliário, ampliar minha atuação entre Goiânia e São Paulo e construir uma marca pessoal que seja associada a confiança, elegância, profissionalismo e bons negócios. E talvez a imagem que eu mais queira deixar registrada agora seja justamente a de uma mulher que não teve medo de começar uma nova fase. Que valorizou tudo o que construiu até aqui, mas entendeu que poderia ir além. Estou muito feliz com o que já conquistei, mas ainda sinto que estou só começando.

De Goiânia, onde conquistou os primeiros clientes, a São Paulo, onde agora dá seus primeiros passos ao lado da Cyrela, Amanda Oliveira aposta em uma expansão que não abre mão da proximidade. Para ela, crescer não é trocar de endereço, mas conectar dois mercados e levar a cada negociação a mesma atenção individual que sustentou sua trajetória até aqui.
Para acompanhar a nova fase da corretora entre Goiânia e São Paulo, siga Amanda Oliveira no Instagram: @amandaoliveiraof_.
Foto: @kaco.fotografo