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Dra. Bruna Giovannoni A Médica Que Está Redefinindo o Conceito De Saúde e Longevidade No Brasil e No Mundo

Reconhecida por unir ciência, propósito e sensibilidade, Dra. Bruna se tornou uma das vozes mais influentes da medicina moderna, levando sua filosofia “A saúde é o seu maior ativo” dos consultórios brasileiros aos palcos internacionais.

Nos últimos anos, o número de brasileiros que buscam acompanhamento médico voltado à prevenção e à longevidade cresceu de forma expressiva. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no país já ultrapassa 75 anos um dado que reflete não apenas o avanço da medicina, mas também uma mudança de consciência coletiva sobre o valor da saúde.

Entre os nomes que representam essa nova era está Dra. Bruna Giovannoni, médica especialista em saúde hormonal, emagrecimento e qualidade de vida, e fundadora da Hormé Clinic, em Paulínia/SP. À frente de uma prática baseada em ciência, acolhimento e resultados, ela defende uma medicina que vai muito além do tratamento de doenças uma medicina que transforma vidas.

Agora, Dra. Bruna dá um passo além: prepara-se para inaugurar a Elevart, clínica de alta performance que será lançada no Shopping Iguatemi Alphaville, em São Paulo. O novo espaço simboliza o amadurecimento de sua carreira e a consolidação de um conceito que une tecnologia, longevidade e bem-estar em um mesmo propósito: redefinir o modo como as pessoas cuidam da própria saúde.

Autora do livro “A saúde é o seu maior ativo”, Dra. Bruna compartilha uma filosofia que se tornou marca registrada em sua trajetória. Para ela, saúde é constância, presença e escolha consciente todos os dias o ativo mais valioso que alguém pode cultivar ao longo da vida.

O tema da obra ultrapassou fronteiras. A médica já apresentou sua palestra internacional homônima no World Trade Center, em Nova York, e agora se prepara para subir ao palco em Londres, no dia 15 de novembro, onde levará um estudo autoral sobre saúde e longevidade. Um reconhecimento que reforça sua presença global e o impacto de sua mensagem.

O que a inspirou a fazer da medicina um instrumento de transformação e não apenas de tratamento de doenças?

Desde muito cedo, eu entendi que a medicina vai muito além de tratar sintomas ela é sobre transformar vidas. Sempre me incomodou enxergar o paciente apenas pela lente da doença. Eu queria compreender a pessoa por inteiro: suas dores, seus hábitos, suas emoções e sua história.
Com o tempo, percebi o impacto profundo que a saúde tem na autoestima, nas relações e na performance de cada indivíduo. Foi nesse momento que entendi minha verdadeira missão: restaurar o equilíbrio e devolver propósito à vida.

Sua trajetória reflete uma medicina pautada pelo propósito e pela consciência. Em que momento essa visão começou a se consolidar em sua carreira?

Essa visão ganhou força quando percebi que muitos pacientes chegavam até mim exaustos, com sobrepeso e desequilíbrios hormonais, tentando tratar sintomas sem compreender as causas.
Foi então que mergulhei nos estudos sobre obesidade e regulação hormonal, buscando integrar ciência, tecnologia e autoconhecimento.
Com o tempo, compreendi que tratar o corpo sem olhar para a mente e o estilo de vida é cuidar pela metade. Essa virada mudou completamente minha prática médica e me transformou em uma profissional guiada pelo propósito de educar, inspirar e promover uma saúde que começa de dentro para fora.

Você fala muito sobre “a saúde como o maior ativo da vida”. Como nasceu essa filosofia e de que forma ela se aplica na prática clínica?

Essa filosofia nasceu da observação de algo simples, mas profundo: nada na vida funciona bem quando a saúde não vai bem. Podemos ter sucesso profissional, estabilidade financeira, mas se o corpo e a mente não estiverem em harmonia, tudo perde o brilho.
Eu comecei a dizer aos meus pacientes que saúde não é gasto é investimento. Foi daí que veio o conceito do livro e da palestra “A saúde é o seu maior ativo”.
Na prática clínica, isso significa ensinar o paciente a se tornar protagonista da própria vitalidade, fazendo escolhas conscientes que o sustentem por toda a vida.

A Hormé Clinic se tornou um espaço reconhecido por unir ciência, acolhimento e resultados. Qual foi o maior desafio em criar um modelo de atendimento tão humanizado em meio a um mercado cada vez mais acelerado?

O maior desafio foi manter a essência em meio à pressa do mundo. Vivemos em uma era em que as pessoas querem resultados imediatos, mas saúde exige tempo, constância e verdade.
Na Hormé, cada paciente é ouvido, compreendido e acompanhado de perto. Criar um espaço que valoriza o tempo, o diálogo e a individualidade foi desafiador mas é exatamente isso que faz a diferença.
O acolhimento é o que transforma o tratamento em experiência.

Agora, com a abertura da Elevart no Shopping Iguatemi Alphaville, você leva esse conceito para um novo patamar. Qual é o propósito por trás dessa nova fase e o que os pacientes podem esperar dessa expansão?

A Elevart representa a evolução natural desse propósito. Levar a nossa metodologia para Alphaville é um passo importante para aproximar ainda mais as pessoas de um novo conceito de saúde mais acessível, tecnológica e sofisticada.
A clínica foi pensada para ser uma extensão da filosofia que eu acredito: um espaço de cuidado integral, onde longevidade e bem-estar caminham juntos.
Os pacientes podem esperar um ambiente de excelência, profissionais altamente qualificados e uma experiência que eleva o cuidado com a saúde a outro nível.

Seu livro “A saúde é o seu maior ativo” vem inspirando profissionais e pacientes em todo o país. O que mais tem emocionado você nas histórias de quem foi impactado pela obra?

O que mais me emociona é ver pessoas mudando completamente sua forma de se relacionar com o corpo. Recebo mensagens de leitores que dizem que, após o livro, começaram a se cuidar por amor e não mais por culpa ou estética.
Isso é transformador. Perceber que uma mensagem pode tocar alguém a ponto de gerar mudanças reais na rotina, na alimentação e na forma de pensar a vida esse é o verdadeiro retorno da medicina que escolhi praticar.

A palestra internacional que leva o mesmo nome do livro já foi apresentada em Nova York e agora chegará a Londres. O que o público pode esperar dessa apresentação e qual é o principal aprendizado que você deseja transmitir?

Essa palestra nasceu como uma extensão viva do livro. Levei o tema ao World Trade Center, em Nova York, e agora, no dia 15 de novembro, apresentarei em Londres um estudo autoral sobre saúde e longevidade.
O público pode esperar um encontro inspirador, baseado em evidências científicas e experiências reais.
Quero que cada pessoa saia de lá com uma nova consciência: a de que pequenas escolhas diárias têm poder de mudar completamente o rumo da saúde e da vida.

A medicina moderna exige cada vez mais integração entre ciência, tecnologia e comportamento humano. Na sua visão, qual é o futuro da saúde e da longevidade nos próximos anos?

O futuro da medicina está na individualização e na prevenção. Estamos caminhando para uma era em que o foco não será mais tratar doenças, mas evitá-las.
A combinação entre dados genéticos, tecnologia de ponta e acompanhamento médico personalizado permitirá intervenções mais precisas e eficazes.
Mas, acima de tudo, acredito que o futuro da saúde depende de uma mudança de consciência entender que longevidade não é viver mais, é viver melhor.

Para encerrar: que mensagem você deixaria para quem ainda enxerga o cuidado com a saúde apenas como uma questão estética e não como um ato de amor próprio e de valorização da vida?

Eu diria que cuidar da saúde é o maior ato de amor que alguém pode ter por si mesmo.
Estética é consequência de equilíbrio e não o contrário.
Quando olhamos para o corpo com respeito e intenção, tudo floresce: energia, autoconfiança, clareza mental e qualidade de vida.
Cuidar-se é um gesto de gratidão com o presente e com o futuro.

Foto: @lffotos_

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