O estado de Santa Catarina registrou mais de 1 000 focos do mosquito Aedes aegypti no início de 2026, com 184 municípios infestados, segundo dados divulgados por autoridades locais nesta sexta-feira. O cenário acende um alerta para o risco de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, especialmente em um contexto de calor e chuvas que favorecem a proliferação do vetor.
A infestação identificada em diversas regiões do estado levou a Secretaria de Saúde a reforçar as campanhas de combate ao mosquito, orientando a população sobre ações de prevenção. Entre elas estão a eliminação de recipientes com água parada, limpeza de terrenos e atenção a locais que acumulam água, como calhas e vasos de plantas.
Especialistas em vigilância epidemiológica lembram que o Aedes aegypti se adapta facilmente a ambientes urbanos e pode representar um risco significativo à saúde pública quando as condições climáticas são favoráveis. A presença de focos espalhados por tantas cidades reforça a necessidade de envolvimento comunitário e resposta rápida das autoridades sanitárias para mitigar a circulação de arboviroses.