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Melasma Não É Apenas Uma Mancha: Entenda Por Que o Problema Pode Ser Persistente

O melasma costuma ser percebido inicialmente como uma alteração estética, mas a condição envolve mecanismos mais complexos da pele e pode apresentar períodos de melhora e piora. As manchas acastanhadas aparecem principalmente no rosto e podem ser influenciadas por fatores como exposição à radiação, alterações hormonais e predisposição individual.

A dermatologista Dra. Denise Steiner, médica formada pela Faculdade de Medicina da USP, doutora em Dermatologia pela Unicamp e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é uma das especialistas brasileiras que estudam o tema. Em conteúdos científicos e educacionais, a médica destaca que o melasma envolve diferentes células e mecanismos da pele e que a exposição à radiação ultravioleta e à luz visível pode contribuir para a pigmentação. (Clínica Denise Steiner)

Por isso, o tratamento não deve ser encarado simplesmente como uma tentativa de “apagar” a mancha. A estratégia costuma envolver controle dos fatores desencadeantes, fotoproteção e tratamentos definidos de acordo com as características de cada paciente.

A dermatologista também chama atenção para a necessidade de avaliação médica antes do uso de determinadas terapias. O ácido tranexâmico, por exemplo, pode ser utilizado em algumas estratégias para melasma, mas seu uso por via oral exige avaliação individualizada e não deve ser iniciado por conta própria. (Clínica Denise Steiner)

Como o melasma pode apresentar recorrência, o acompanhamento dermatológico é importante mesmo depois da melhora das manchas. O objetivo é controlar a condição e reduzir a possibilidade de novas alterações.

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