Ondas de calor prolongadas, queimadas e eventos extremos vêm impactando diretamente indicadores de saúde respiratória. Estudos recentes demonstram aumento de internações por asma e doença pulmonar obstrutiva crônica durante períodos de poluição elevada.
O médico e pesquisador Carlos Nobre tem alertado para a relação entre eventos climáticos extremos e agravamento de condições respiratórias, especialmente em populações vulneráveis.
A Organização Pan-Americana da Saúde recomenda que sistemas públicos fortaleçam planos de contingência, ampliem campanhas preventivas e invistam em vigilância ambiental integrada à saúde.
Especialistas destacam que prevenção envolve tanto políticas ambientais quanto orientação individual: hidratação adequada, uso de máscaras em períodos de fumaça intensa e acompanhamento médico regular para pacientes crônicos.