Durante muito tempo, a doença cardíaca foi vista como um problema masculino. No entanto, estudos recentes da Mayo Clinic e da American Heart Association mostram aumento inesperado de infartos em mulheres jovens, entre 25 e 45 anos.
O cardiologista Dr. Véronique Roger, da Mayo Clinic, destaca:
“O infarto feminino costuma ter sinais diferentes e menos óbvios, levando ao atraso no diagnóstico.”
No Brasil, o cardiologista Dr. Marcelo Franken, do Hospital do Coração (HCor), reforça que estresse, tabagismo, sedentarismo e anticoncepcionais são fatores de risco quando combinados.
Entre os sintomas mais comuns nas mulheres:
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dor no peito em aperto ou queimação;
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falta de ar;
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náuseas;
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dor no pescoço, mandíbula ou costas;
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sudorese fria.
Especialistas alertam que o diagnóstico precoce é fundamental e que exercícios regulares reduzem em até 50% o risco de infarto.