Exposição acumulada à radiação ultravioleta está relacionada ao fotoenvelhecimento e também representa um importante fator de risco para o câncer de pele
O protetor solar deixou de ser um produto associado apenas aos dias de praia. A exposição à radiação ultravioleta acontece durante diferentes atividades do cotidiano e, ao longo dos anos, pode provocar alterações importantes na pele.
A radiação ultravioleta está relacionada ao fotoenvelhecimento, processo que pode contribuir para o aparecimento de manchas, rugas, alterações de textura e perda de elasticidade. A exposição solar excessiva também está relacionada ao desenvolvimento do câncer de pele.
A American Academy of Dermatology recomenda a proteção contra os raios ultravioleta como parte dos cuidados diários com a pele. A entidade também destaca que a exposição ao sol e a camas de bronzeamento acelera o envelhecimento cutâneo.
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Dermatologia também coloca a proteção solar entre os principais cuidados para preservar a saúde da pele. A entidade destaca que a exposição acumulada ao longo da vida participa do processo de envelhecimento e pode estar relacionada ao desenvolvimento de doenças cutâneas.
A proteção, porém, não depende exclusivamente do filtro solar. Roupas, chapéus, óculos de sol, sombra e redução da exposição nos períodos de maior intensidade da radiação também podem ajudar.
Outro ponto importante é a reaplicação. A duração da proteção pode ser afetada pelo suor, pela água e pelo contato com outras superfícies. Por isso, pessoas que ficam durante muito tempo ao ar livre precisam redobrar a atenção.
O uso diário do protetor solar não significa impedir completamente a exposição ao sol, mas reduzir os danos provocados pela radiação ultravioleta. Com o passar dos anos, esse cuidado pode fazer diferença tanto na aparência quanto na saúde da pele.