PUBLICIDADE
Devido à alta concentração de substâncias ativas, a ingestão direta do óleo puro é contraindicada, pois pode causar irritações gastrointestinais severas. A forma de administração mais segura e recomendada consiste no uso de cápsulas gastrorresistentes, que protegem o conteúdo da acidez estomacal, permitindo que o óleo seja liberado apenas no intestino delgado. Para o alívio de congestão nasal, a inalação é frequentemente apontada como uma alternativa viável.
Embora o óleo seja comercializado sem prescrição, ele não é isento de riscos ou efeitos colaterais. O uso tópico, por vezes sugerido para dores musculares ou cefaleias tensionais, carece de evidências científicas robustas que comprovem sua eficácia. Além disso, a Anvisa contraindica a aplicação cutânea em menores de 18 anos devido à escassez de estudos sobre a segurança nessa faixa etária.
É fundamental compreender que o óleo de hortelã deve atuar como um complemento no manejo de sintomas, e não como uma solução definitiva para patologias subjacentes. Caso o quadro clínico persista por vários dias, a orientação médica torna-se indispensável para investigar a origem do problema e ajustar a conduta terapêutica de forma segura.
Leia mais
Capas
“A Maternidade Não Encerrou Meus Sonhos Profissionais”, Afirma Dra. Janayne Louza Fonseca
9 de outubro de 2026
Saúde
Pressão alta e obesidade atingem níveis alarmantes entre crianças e adolescentes no Brasil
Netinho de Paula passa por cirurgia bem-sucedida para retirada de câncer de tireoide
Últimas
Cuidados paliativos devem integrar o tratamento oncológico desde o diagnóstico inicial
Chás para endometriose: como infusões naturais podem auxiliar no manejo da dor
Galleri chega ao Brasil com promessa de detectar 50 tipos de câncer via exame de sangue
Anúncio não encontrado.