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Embora o brainrot não seja classificado como uma doença ou transtorno psiquiátrico, sua reversão exige uma mudança deliberada de hábitos. O tratamento passa pela redução consciente do tempo de tela e pelo engajamento em atividades que desafiem o intelecto, como o hábito da leitura e o estudo de temas complexos.
A recomendação dos especialistas é clara: é preciso colocar a tecnologia em seu devido lugar. Desligar o celular e limitar o uso de redes sociais a propósitos específicos são medidas fundamentais para evitar que o cérebro se torne excessivamente dependente de estímulos fáceis. A internet, apesar de ser uma ferramenta poderosa, exige um uso crítico para que não comprometa a saúde e a capacidade de raciocínio a longo prazo.
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