O consumo de álcool por mulheres em idade produtiva cresceu significativamente nos últimos anos, com impactos diretos na saúde física e mental. Dados da OMS indicam aumento de casos de doenças hepáticas, depressão e violência doméstica associadas ao uso abusivo.
A epidemiologista Deborah Hasin, da Universidade de Columbia, alerta que mulheres metabolizam o álcool de forma diferente, ficando mais vulneráveis a seus efeitos tóxicos mesmo com consumo moderado.
Campanhas de prevenção ainda são voltadas majoritariamente ao público masculino. Especialistas recomendam ações educativas específicas para mulheres, apoio psicológico e maior regulação da publicidade de bebidas alcoólicas.