A prática regular de atividade física tem sido cada vez mais reconhecida como intervenção complementar no tratamento de depressão e ansiedade.
O psiquiatra John Ratey, professor da Harvard Medical School, afirma que o exercício estimula neurotransmissores como dopamina e serotonina, além de favorecer neuroplasticidade.
Diretrizes internacionais já incluem atividade física supervisionada como parte do plano terapêutico para transtornos leves e moderados.
Especialistas ressaltam que a regularidade é mais importante do que intensidade extrema, e que programas personalizados apresentam maior adesão e melhores resultados clínicos.