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Hoje, Estética É Autoestima, Não Futilidade, Diz Diretor Médico da Galderma

Woman receiving botox injection at clinic

Por muito tempo, os procedimentos estéticos foram vistos como sinônimo de vaidade excessiva ou futilidade. Mas essa percepção está mudando — e rapidamente. De acordo com o diretor médico da Galderma, uma das principais farmacêuticas do setor de dermatologia e estética no mundo, os tratamentos voltados para a aparência hoje estão diretamente ligados ao bem-estar emocional e à autoestima das pessoas.

“Estética não é sobre perfeição. É sobre se sentir bem com a própria imagem, com segurança, equilíbrio e autenticidade. Hoje, quem procura um procedimento não quer parecer outra pessoa — quer se reconectar com a melhor versão de si mesma”, afirma o médico, que tem observado uma mudança significativa no perfil dos pacientes e no discurso dentro da própria medicina estética.

Segundo ele, a busca por naturalidade, leveza e prevenção tem ganhado espaço. Procedimentos minimamente invasivos, como bioestimuladores de colágeno e preenchimentos estruturais com ácido hialurônico, estão sendo utilizados de forma estratégica, não apenas para “mudar” o rosto, mas para preservar características individuais e retardar os sinais do envelhecimento de forma saudável.

Essa mudança também reflete uma evolução social. Em vez de esconder o desejo de cuidar da aparência, muitas pessoas — homens e mulheres — passaram a falar abertamente sobre isso, sem culpa ou vergonha. “Tratar da própria imagem é um ato de autocuidado. E cuidar da autoestima é uma ferramenta poderosa de saúde mental”, destaca o especialista.

Com o crescimento do mercado de estética aliado à valorização da saúde e do bem-estar, a tendência é que esse novo olhar se fortaleça ainda mais. O que antes era rotulado como vaidade, hoje é reconhecido como um passo importante na construção de confiança, identidade e qualidade de vida.

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