Com a chegada das temperaturas mais baixas, cresce a circulação de vírus respiratórios, elevando o número de atendimentos por sintomas como tosse, febre e dor de garganta. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis.
Profissionais de saúde reforçam a importância da vacinação, da higienização frequente das mãos e da etiqueta respiratória, como cobrir o nariz e a boca ao tossir. Ambientes fechados e com pouca ventilação favorecem a transmissão.
A orientação médica é buscar atendimento em caso de dificuldade respiratória, febre persistente ou agravamento rápido dos sintomas. O diagnóstico precoce contribui para evitar complicações.