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Mercados globais iniciam 2026 em alta com bolsas europeias em recorde

Foto/ Reprodução: Internet

Os mercados financeiros globais iniciaram 2026 em alta nesta quinta-feira (2), impulsionados pelo desempenho positivo das bolsas europeias, pela valorização de metais preciosos e pela expectativa de continuidade de políticas monetárias mais flexíveis ao longo do ano. Investidores acompanham o início do calendário com atenção a indicadores econômicos e decisões de bancos centrais, após um 2025 marcado por volatilidade e ajustes relevantes nas principais economias.

Na Europa, os índices acionários avançaram logo na primeira sessão do ano. A bolsa de Londres atingiu um novo recorde histórico, superando pela primeira vez a marca de 10 mil pontos, em movimento sustentado por ações do setor financeiro e por expectativas de estímulos fiscais. O índice pan-europeu também renovou máximas, refletindo a rotação de capital para mercados considerados mais baratos em comparação aos Estados Unidos.

Na Ásia, o pregão foi misto. Bolsas de Hong Kong, Coreia do Sul, Taiwan e Singapura fecharam em alta, acompanhando o otimismo global, enquanto os mercados da China continental permaneceram fechados devido ao feriado de Ano Novo. A ausência da China reduziu o volume de negociações na região, mas não impediu ganhos em outros centros financeiros asiáticos.

No mercado de commodities, o ouro voltou a subir e ampliou o rali observado ao longo de 2025, sustentado pela demanda de investidores em busca de proteção e pelo interesse contínuo de bancos centrais. A prata também registrou valorização, acompanhando o movimento do metal precioso. Analistas avaliam que a combinação de juros mais baixos e incertezas geopolíticas segue favorecendo ativos considerados defensivos.

O dólar iniciou o ano com desempenho estável frente a uma cesta de moedas, após registrar em 2025 sua maior desvalorização anual em quase uma década. O comportamento da moeda reflete a cautela dos investidores diante das sinalizações sobre os próximos passos da política monetária nos Estados Unidos e da expectativa por novos dados econômicos que possam influenciar as decisões ao longo do ano.

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