Apesar da popularidade crescente, a suplementação de vitamina D segue envolta em controvérsias. Estudos recentes sugerem que a reposição deve ser feita apenas com base em exames laboratoriais, e não como rotina generalizada.
A endocrinologista JoAnn Manson, da Harvard Medical School, coordenou um dos maiores estudos clínicos sobre suplementação e afirma que os benefícios são limitados fora de grupos de risco (idosos, pessoas com pouca exposição solar ou com osteoporose).
O excesso pode causar toxicidade, incluindo hipercalcemia e danos renais. Especialistas recomendam orientação médica e avaliação individualizada antes de iniciar qualquer suplementação.