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São Paulo confirma primeiro caso humano de febre amarela em 2025 e reforça alerta à vacinação

Foto/ Reprodução: Internet

A confirmação do primeiro caso humano de febre amarela em São Paulo em 2025 reacendeu o alerta das autoridades de saúde para a importância da vacinação e da vigilância epidemiológica contínua. O paciente, residente na capital paulista, esteve recentemente em uma região onde havia registro de circulação do vírus em primatas não humanos, o que reforça o papel desses animais como sentinelas naturais da doença.

A febre amarela é uma infecção viral transmitida por mosquitos e pode apresentar desde quadros leves até formas graves, com comprometimento do fígado, sangramentos e risco de morte. Apesar de existir uma vacina altamente eficaz e disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, a cobertura vacinal ainda apresenta lacunas, especialmente entre pessoas que vivem em áreas urbanas e não se percebem em risco.

Especialistas explicam que a ocorrência de casos humanos costuma ser precedida por registros em macacos, o que permite a adoção de medidas preventivas antes que a transmissão se amplifique. Por isso, a vigilância de epizootias e a notificação rápida de mortes de primatas seguem sendo ferramentas essenciais no controle da doença.

As autoridades reforçam que a vacinação é indicada para pessoas que vivem ou viajam para áreas com recomendação, incluindo regiões de mata, zonas rurais e locais com histórico de circulação do vírus. A manutenção de altas coberturas vacinais é considerada fundamental para evitar surtos e proteger a população, especialmente em períodos de maior deslocamento, como férias e feriados prolongados.

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