A sobrecarga emocional e física dos profissionais da saúde tem gerado um efeito direto não apenas na qualidade de vida, mas também na gestão de clínicas e hospitais.
A Organização Mundial da Saúde reconhece a síndrome de burnout como um fenômeno ocupacional ligado ao estresse crônico no trabalho.
Para Christina Maslach, o problema vai além do indivíduo. “Ambientes de trabalho tóxicos contribuem diretamente para o esgotamento”, afirma.
Empresas que investem em saúde mental e gestão equilibrada têm apresentado melhores resultados operacionais e menor rotatividade de equipes.