A OMS alertou para uma redução significativa no financiamento internacional destinado à saúde em países de baixa e média renda. Os cortes chegam a 40% em algumas regiões e já comprometem programas de vacinação, vigilância epidemiológica e assistência materno-infantil.
O impacto preocupa autoridades e especialistas, que temem um retrocesso em avanços obtidos nas últimas décadas, sobretudo no controle de doenças evitáveis e na redução da mortalidade infantil.
A diminuição dos recursos afeta principalmente populações vulneráveis, que dependem de ações financiadas por organismos internacionais. A OMS reforça que a continuidade dos programas é essencial para evitar novos surtos e agravamento de desigualdades.
No Brasil, embora o sistema público seja mais estruturado, parte das iniciativas de vigilância e pesquisa ainda depende de financiamento externo. O risco de descontinuidade acende um alerta para a necessidade de maior investimento interno.